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	<title>Publicações | IPRADE</title>
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	<description>Instituto Paranaense de Direito Eleitoral</description>
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	<title>Publicações | IPRADE</title>
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		<title>Diretora do IPRADE analisa participação feminina no primeiro escalão em reportagem da Folha de S. Paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunicação IPRADE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 18:22:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A advogada Nahomi Helena de Santana, diretora do Instituto Paranaense de Direito Eleitoral (IPRADE), participou de uma reportagem publicada no dia 19 de março pelo jornal Folha de S. Paulo, que analisa a presença de mulheres em cargos do primeiro escalão de governos estaduais e federais. A reportagem apresenta um levantamento comparativo entre diferentes gestões [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A advogada Nahomi Helena de Santana, diretora do Instituto Paranaense de Direito Eleitoral (IPRADE), participou de uma reportagem publicada no dia 19 de março pelo jornal Folha de S. Paulo, que analisa a presença de mulheres em cargos do primeiro escalão de governos estaduais e federais.</p>
<p>A reportagem apresenta um levantamento comparativo entre diferentes gestões estaduais, com foco na ocupação de cargos de liderança por mulheres, com base na composição atual dos governos de gestores cotados para a disputa presidencial de 2026. Os dados indicam que a participação feminina permanece abaixo da metade dos cargos de liderança no país.</p>
<p>Nahomi destaca que o número reduzido de mulheres em estados como Paraná e Goiás chama atenção. Ela observa, por outro lado, que em Minas Gerais e no Rio Grande do Sul há um recorte relevante relacionado ao perfil das nomeadas, com maior presença de mulheres com trajetória técnica e profissional fora do ambiente político tradicional.</p>
<p>A advogada também ressalta que, nesses casos, as mulheres ocupam pastas de maior visibilidade e orçamento, o que amplia sua relevância dentro da administração pública.</p>
<p>Além disso, Nahomi aponta que a baixa presença feminina no primeiro escalão se relaciona a barreiras estruturais nos partidos políticos e aos acordos que influenciam as nomeações. Segundo ela, esses espaços permanecem, em grande parte, sob controle masculino, o que dificulta o avanço da representatividade feminina.</p>
<p><a href="https://www1.folha.uol.com.br/poder/2026/03/ratinho-jr-e-caiado-tem-menos-mulheres-no-1o-escalao-que-zema-e-eduardo-leite.shtml">Leia a matéria completa</a></p>
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		<title>Diretora do IPRADE comenta participação feminina na política em entrevista à Banda B</title>
		<link>https://www.iprade.com.br/portal/diretora-do-iprade-comenta-participacao-feminina-na-politica-em-entrevista-a-banda-b/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Comunicação IPRADE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 20:29:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Publicações]]></category>
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					<description><![CDATA[A advogada Nahomi Helena de Santana, diretora do Instituto Paranaense de Direito Eleitoral (IPRADE), participou de reportagem da Rádio Banda B sobre a participação das mulheres na política brasileira, tema abordado em alusão ao Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março. Ao longo da matéria, a advogada analisou os desafios ainda enfrentados para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A advogada Nahomi Helena de Santana, diretora do Instituto Paranaense de Direito Eleitoral (IPRADE), participou de reportagem da Rádio Banda B sobre a participação das mulheres na política brasileira, tema abordado em alusão ao Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março.</p>
<p>Ao longo da matéria, a advogada analisou os desafios ainda enfrentados para ampliar a presença feminina em cargos eletivos. Segundo Nahomi, embora o Brasil já possua um conjunto de normas voltadas ao incentivo da participação política de mulheres, o principal obstáculo está na efetiva aplicação dessas medidas e na mudança cultural dentro das estruturas partidárias. “Posso dizer que o problema não é falta de lei. O problema é cumprir essas previsões e a mudança cultural que elas exigem”, afirmou.</p>
<p>A advogada também destacou que a legislação eleitoral prevê mecanismos de estímulo, como a destinação de recursos e incentivos financeiros para partidos que investem em candidaturas femininas e de pessoas negras, além da exigência de percentual mínimo de candidaturas por gênero nas chapas proporcionais.</p>
<p>Outro ponto abordado foi a violência política de gênero, fenômeno que, segundo a advogada, ainda afasta muitas mulheres da atuação política. “A política é um ambiente inóspito para as mulheres. A categoria violência política de gênero reconhece a gravidade dos ataques que são dirigidos às mulheres justamente por ocuparem esses espaços”, observou.</p>
<p><a href="https://www.iprade.com.br/portal/wp-content/uploads/2026/03/Entrevista-Nahomi.mp3">Ouça aqui a entrevista completa.</a></p>
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		<title>Homenagem a Lula no Carnaval pode gerar multa, mas não inelegibilidade, avalia presidente do Iprade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunicação IPRADE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 16:59:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Publicações]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Instituto Paranaense de Direito Eleitoral (Iprade), Dr. Paulo Golambiuk, analisou em entrevista à rádio Jovem Pan Paraná o acionamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em razão do desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o samba-enredo “Do alto do Mulungu surge [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Instituto Paranaense de Direito Eleitoral (Iprade), Dr. Paulo Golambiuk, analisou em entrevista à rádio Jovem Pan Paraná o acionamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em razão do desfile da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que homenageou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o samba-enredo “Do alto do Mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, apresentado no domingo (15), na Marquês de Sapucaí.</p>
<p>A representação questiona se a exaltação da figura do presidente em um evento de grande repercussão pública poderia configurar irregularidade eleitoral, especialmente sob o aspecto de eventual propaganda antecipada.</p>
<p>Na avaliação de Golambiuk, o acionamento do Tribunal tem forte componente político e, por si só, não deve resultar em inelegibilidade, já que a simples menção ou homenagem a uma autoridade em manifestação cultural não caracteriza automaticamente infração eleitoral.</p>
<p>Sobre as possíveis consequências jurídicas, o presidente do Iprade explicou que o ponto central da discussão está na caracterização de propaganda antecipada. “O TSE não vai punir alguém apenas por ser citado ou homenageado em um evento cultural. O que pode haver é o enquadramento como propaganda antecipada, cuja consequência é a aplicação de multa”, afirmou.</p>
<p>Segundo Golambiuk, embora exista certo grau de subjetividade nessa análise, há margem para que o Tribunal reconheça excesso, caso identifique conteúdo de cunho promocional no desfile. “Ainda que exista subjetividade, é possível que o TSE entenda que algum limite foi ultrapassado”, completou.</p>
<p>A entrevista completa está disponível no <a href="https://youtu.be/_S9Oo9UF0uk?t=885">canal do Youtube da rádio</a>.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/_S9Oo9UF0uk?si=irbd9A_Bc7p7Prm6&amp;start=885" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Iprade participa de audiência pública no TSE sobre normas das Eleições 2026</title>
		<link>https://www.iprade.com.br/portal/iprade-participa-de-audiencia-publica-no-tse-sobre-normas-das-eleicoes-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Comunicação IPRADE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 16:20:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Publicações]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal Superior Eleitoral realizou, na manhã desta quinta-feira (05/02), a 3ª Audiência Pública destinada à discussão das normas que regulamentarão as Eleições Gerais de 2026. O encontro ocorreu presencialmente na sede do Tribunal, em Brasília, e teve como foco principal a minuta da Resolução sobre propaganda eleitoral. O presidente do Instituto Paranaense de Direito [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Superior Eleitoral realizou, na manhã desta quinta-feira (05/02), a 3ª Audiência Pública destinada à discussão das normas que regulamentarão as Eleições Gerais de 2026. O encontro ocorreu presencialmente na sede do Tribunal, em Brasília, e teve como foco principal a minuta da Resolução sobre propaganda eleitoral.</p>
<p>O presidente do Instituto Paranaense de Direito Eleitoral (Iprade), Paulo Henrique Golambiuk, participou presencialmente da audiência, apresentando contribuições técnicas relacionadas à disciplina da propaganda eleitoral.</p>
<p>Em sua manifestação, destacou a importância de normas claras, objetivas e alinhadas à jurisprudência consolidada da Justiça Eleitoral, a fim de assegurar segurança jurídica, previsibilidade e igualdade de condições entre os atores do processo eleitoral. Ressaltou, ainda, os desafios trazidos pelo ambiente digital e a necessidade de harmonizar liberdade de expressão, responsabilidade e mecanismos eficazes de enfrentamento a abusos.</p>
<p>Também participaram da audiência representantes de diversas instituições públicas e privadas, entre elas a Associação Nacional dos Procuradores e das Procuradoras do Trabalho (ANPT), o Ministério Público do Estado de São Paulo, o Centro de Direito, Internet e Sociedade do Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (CEDIS-IDP), o NetLab UFRJ, a Associação Data Privacy Brasil de Pesquisa, a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), além de representantes de plataformas digitais como Google Brasil e Facebook Brasil.</p>
<p>A participação do Iprade reafirma o compromisso da entidade com o aprimoramento técnico das normas eleitorais e com o fortalecimento da transparência, da lisura e da segurança jurídica no processo democrático brasileiro.</p>

<a href='https://www.iprade.com.br/portal/iprade-participa-de-audiencia-publica-no-tse-sobre-normas-das-eleicoes-2026/iprade4/'><img width="150" height="150" src="https://www.iprade.com.br/portal/wp-content/uploads/2026/02/iprade4-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" loading="lazy" /></a>
<a href='https://www.iprade.com.br/portal/iprade-participa-de-audiencia-publica-no-tse-sobre-normas-das-eleicoes-2026/iprade3-2/'><img width="150" height="150" src="https://www.iprade.com.br/portal/wp-content/uploads/2026/02/iprade3-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" loading="lazy" /></a>
<a href='https://www.iprade.com.br/portal/iprade-participa-de-audiencia-publica-no-tse-sobre-normas-das-eleicoes-2026/iprade1/'><img width="150" height="150" src="https://www.iprade.com.br/portal/wp-content/uploads/2026/02/iprade1-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" loading="lazy" /></a>

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		<item>
		<title>Presidente do Iprade analisa na Jovem Pan anúncio de regras de conduta para juízes eleitorais</title>
		<link>https://www.iprade.com.br/portal/presidente-do-iprade-analisa-na-jovem-pan-anuncio-de-regras-de-conduta-para-juizes-eleitorais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Comunicação IPRADE]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 13:46:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Publicações]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Instituto Paranaense de Direito Eleitoral (Iprade), Paulo Golambiuk, concedeu entrevista à Rádio Jovem Pan Paraná, transmitida na terça-feira (3), na qual comentou o anúncio da ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia sobre novas regras de conduta para juízes eleitorais. Na avaliação de Golambiuk, as normas respondem ao aumento da exposição [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Instituto Paranaense de Direito Eleitoral (Iprade), Paulo Golambiuk, concedeu entrevista à Rádio Jovem Pan Paraná, transmitida na terça-feira (3), na qual comentou o anúncio da ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia sobre novas regras de conduta para juízes eleitorais.</p>
<p>Na avaliação de Golambiuk, as normas respondem ao aumento da exposição pública de magistrados, especialmente em períodos eleitorais, e à necessidade de preservar a credibilidade da Justiça Eleitoral, reforçando princípios já previstos no ordenamento jurídico.</p>
<p>Ao tratar dos desdobramentos institucionais da medida, o presidente do Iprade afirmou que o debate sobre parâmetros de comportamento tende a se intensificar no âmbito do Supremo. “Esse desafio de encontrar um equilíbrio entre garantir a liberdade de expressão compatível com a função constitucional do ministro, sem confundir protagonismo institucional com protagonismo pessoal, sobretudo em tempos de polarização”, afirmou.</p>
<p>Para Golambiuk, a discussão deixa de ser meramente corporativa e passa a se relacionar diretamente com a própria democracia, na medida em que envolve a confiança pública na atuação do Judiciário.</p>
<p>A entrevista completa está disponível no canal do <a href="https://www.youtube.com/live/jZS8126sK6Q?si=apEYvYuVuYIbBsYK&amp;t=3234">Youtube da rádio</a>.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/jZS8126sK6Q?si=gA0paZtpS00RZ3w8&amp;start=3234" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Presidente do Iprade analisa na Gazeta do Povo os efeitos jurídicos de nova candidatura de Deltan Dallagnol</title>
		<link>https://www.iprade.com.br/portal/presidente-do-iprade-analisa-na-gazeta-do-povo-os-efeitos-juridicos-de-nova-candidatura-de-deltan-dallagnol/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Comunicação IPRADE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2026 13:56:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Publicações]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Instituto Paranaense de Direito Eleitoral (Iprade), Paulo Henrique Golambiuk, participou de matéria da Gazeta do Povo sobre a possibilidade de nova candidatura de Deltan Dallagnol ao Senado nas eleições de 2026, tema que pode voltar à análise da Justiça Eleitoral. Na reportagem, Golambiuk explicou que não há impedimento automático previsto em lei [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Instituto Paranaense de Direito Eleitoral (Iprade), Paulo Henrique Golambiuk, participou de matéria da Gazeta do Povo sobre a possibilidade de nova candidatura de Deltan Dallagnol ao Senado nas eleições de 2026, tema que pode voltar à análise da Justiça Eleitoral.</p>
<p>Na reportagem, Golambiuk explicou que não há impedimento automático previsto em lei para o registro de candidaturas em eleições futuras, mesmo quando houve indeferimento em pleito anterior, cabendo à Justiça Eleitoral reavaliar cada pedido de registro.</p>
<p>Ao tratar da relação entre decisões passadas e novos pedidos, Golambiuk afirmou: “É natural que argumentos usados anteriormente sejam reaproveitados como subsídio, se o fato discutido no processo for o mesmo, mas não existe um vínculo direto com a nova decisão da Justiça.”</p>
<p>A matéria completa está disponível no site da <a href="https://www.gazetadopovo.com.br/eleicoes/2026/parana-2026/pre-candidato-senado-deltan-dallagnol-pode-voltar-alvo-tse/">Gazeta do Povo</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>TJPR forma listas tríplices para o TRE-PR na classe da advocacia</title>
		<link>https://www.iprade.com.br/portal/tjpr-forma-listas-triplices-para-o-tre-pr-na-classe-da-advocacia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Comunicação IPRADE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 16:06:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Publicações]]></category>
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					<description><![CDATA[As listas tríplices para a composição do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), na classe da advocacia, foram formadas na manhã desta segunda-feira (26) pelo Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR). A definição ocorreu em sessão do Pleno e contempla tanto a vaga de membra efetiva quanto a de membra substituta. Para a vaga de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As listas tríplices para a composição do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), na classe da advocacia, foram formadas na manhã desta segunda-feira (26) pelo Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR). A definição ocorreu em sessão do Pleno e contempla tanto a vaga de membra efetiva quanto a de membra substituta.</p>
<p>Para a vaga de membra efetiva, integram a lista tríplice Tatiane Viese, Nicole Muffone e Ana Carolina de Camargo Clève. Já para membra substituta, foram escolhidas Luciana Stringhini, Munirah Rizatti e Amanda Macuco.</p>
<p>O próximo passo é a escolha do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, a quem cabe definir quem será a desembargadora eleitoral a ocupar a vaga deixada pelo advogado José Rodrigo Sade.</p>
<p>&#8220;Parabenizamos a a presidente do Conselho Consultivo, Ana Carolina de Camargo Clève, por integrar a lista tríplice. Nossas congratulações estendem-se a todas as candidatas que têm participado do certame. Realizado dentro dos parâmetros constitucionais, o processo contribui para o fortalecimento das instituições e da Justiça Eleitoral do Paraná&#8221;, comenta o presidente do Iprade, Paulo Golambiuk.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Fundo eleitoral aprofunda a polarização em 2026, avalia presidente do Iprade</title>
		<link>https://www.iprade.com.br/portal/fundo-eleitoral-aprofunda-a-polarizacao-em-2026-avalia-presidente-do-iprade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Comunicação IPRADE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 13:34:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Publicações]]></category>
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					<description><![CDATA[Em entrevista divulgada na tarde desta segunda-feira (19/1) na Rádio Jovem Pan News, o presidente do Instituto Paranaense de Direito Eleitoral (Iprade), Paulo Golambiuk, analisou como o desenho de distribuição do Fundo Eleitoral deve influenciar o cenário político para as eleições de 2026, aprofundando a polarização. Em sua análise, o volume previsto para o fundo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em entrevista divulgada na tarde desta segunda-feira (19/1) na Rádio Jovem Pan News, o presidente do Instituto Paranaense de Direito Eleitoral (Iprade), Paulo Golambiuk, analisou como o desenho de distribuição do Fundo Eleitoral deve influenciar o cenário político para as eleições de 2026, aprofundando a polarização.</p>
<p>Em sua análise, o volume previsto para o fundo — cerca de R$ 6 bilhões, acima do registrado em 2022 (R$ 4,9 bilhões) — tende a reforçar um efeito de concentração política, uma vez que o controle sobre a destinação dos recursos permanece, em grande parte, nas mãos das cúpulas partidárias.</p>
<p>Nesse contexto, a distribuição do fundo funciona como instrumento de fortalecimento de candidaturas estratégicas e pode se transformar em moeda de troca no desenho de coligações e alianças, influenciando a competitividade eleitoral e a dinâmica partidária.</p>
<p>O ponto central da avaliação é que esse modelo de financiamento não cria, por si só, a polarização — mas a intensifica, pois favorece partidos e grupos que já possuem maior estrutura e representação parlamentar. Ao premiar quem tem bancadas robustas, o sistema amplia a capacidade de mobilização e sustentação eleitoral dos principais polos.</p>
<p>Com isso, o advogado eleitoralista destaca que praticamente metade do valor total tende a ficar concentrada em torno das forças políticas associadas aos dois grandes blocos hoje predominantes, capitaneados pelo presidente Lula e pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, o que reduz ainda mais o espaço para alternativas e dificulta a viabilidade de uma “terceira via” competitiva em 2026.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/4z_3SJazA_w?si=-QC2XsDrTALJ83Hq&amp;start=893" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Presidente do Iprade analisa julgamento do STF sobre conduta de magistrados nas redes sociais</title>
		<link>https://www.iprade.com.br/portal/presidente-do-iprade-analisa-julgamento-do-stf-sobre-conduta-de-magistrados-nas-redes-sociais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Comunicação IPRADE]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 13:33:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Publicações]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Instituto Paranaense de Direito Eleitoral (Iprade), Paulo Golambiuk, concedeu entrevista à Rádio Jovem Pan Paraná, veiculada em 15 de janeiro, na qual analisou o julgamento que o Supremo Tribunal Federal (STF) deve realizar no dia 4 de fevereiro sobre a Resolução nº 305/2019 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que estabelece regras [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Instituto Paranaense de Direito Eleitoral (Iprade), Paulo Golambiuk, concedeu entrevista à Rádio Jovem Pan Paraná, veiculada em 15 de janeiro, na qual analisou o julgamento que o Supremo Tribunal Federal (STF) deve realizar no dia 4 de fevereiro sobre a Resolução nº 305/2019 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que estabelece regras para o uso de redes sociais por magistrados.</p>
<p>Ao comentar o tema, Golambiuk destacou que a ação em análise pode funcionar como um indicativo do ambiente interno da Corte para debates futuros sobre comportamento institucional. “O resultado não define um código de conduta, mas revela o grau de disposição dos ministros em aceitar restrições de comportamento”, afirmou.</p>
<p>A norma questionada prevê que magistrados adotem postura criteriosa nas redes sociais, vedando práticas de autopromoção, manifestações político-partidárias e comentários sobre processos em andamento. Até o momento, os votos já proferidos no STF apontam para o entendimento de que a liberdade de expressão não é absoluta quando confrontada com os deveres da magistratura.</p>
<p>Para o presidente do Iprade, o julgamento também é observado como um sinal relevante para o debate mais amplo sobre a eventual adoção de um Código de Conduta da magistratura, tema que vem sendo discutido no âmbito do Supremo.</p>
<p>Confira a entrevista completa no <a href="https://www.youtube.com/live/SJabVdKJ4w4?si=OF2K384noMMXerJd&amp;t=3906">canal de Youtube da rádio</a>.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/SJabVdKJ4w4?si=IEX4vMLzMws_nEfS&amp;start=3906" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>IX Congresso Brasileiro de Direito Eleitoral encerra edição com celebração da democracia e da diversidade</title>
		<link>https://www.iprade.com.br/portal/ix-congresso-brasileiro-de-direito-eleitoral-encerra-edicao-com-celebracao-da-democracia-e-da-diversidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunicação IPRADE]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Jun 2024 18:35:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Noticias CBDE]]></category>
		<category><![CDATA[Publicações]]></category>
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					<description><![CDATA[O IX Congresso Brasileiro de Direito Eleitoral foi encerrado neste sábado (15), no UP Experience, na Universidade Positivo, em Curitiba. Com cerca de 2 mil participantes de todo o país, sendo mais de 1mil presencialmente. “Quero manifestar minha gratidão pela participação de todos, advogados, acadêmicos, magistrados, operadores do direito. Tudo isso vale a pena porque [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O IX Congresso Brasileiro de Direito Eleitoral foi encerrado neste sábado (15), no UP Experience, na Universidade Positivo, em Curitiba. Com cerca de 2 mil participantes de todo o país, sendo mais de 1mil presencialmente.</p>
<p>“Quero manifestar minha gratidão pela participação de todos, advogados, acadêmicos, magistrados, operadores do direito. Tudo isso vale a pena porque vocês vêm. Ouvir cada sotaque que diz que esse é o maior e o melhor congresso não tem preço”, disse o presidente do Congresso, Guilherme Gonçalves.</p>
<p>“A pluralidade do Congresso se revela em alguns contrastes. Tivemos o presidente da Câmara de Deputados, Arthur Lira, e o ministro do STF Flavio Dino, que sabemos que vem de um espectro diferente. Tivemos ontem uma mesa de homens brancos e hoje absolutamente o inverso. Podem concordar, discordar, ou até ficar na dúvida, porque o Congresso também é pra isso”, afirmou o presidente do Iprade, Paulo Golambiuk.</p>
<p>“É uma alegria estar aqui. Estive desde o primeiro congresso, dediquei minha vida ao direito eleitoral. É muito emocionante ver o quanto crescemos. É muito gratificante vermos que quando acontece o CBDE, conseguimos trazer o Brasil para Curitiba, todos os players do direito eleitoral”, celebrou a presidente da Abradep, Vânia Aieta.</p>
<p>O reitor da Universidade Positivo, Roberto de Di Benedetto, falou sobre a alegria de sediar o evento. “A Universidade se orgulha muito por ser a casa mais longeva do Congresso Brasileiro de Direito Eleitoral, sempre com um diálogo com o direito e a política, mas também com questões sociais muito importantes”, concluiu.</p>
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